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Aperfeiçoamento: Conviver na sala de aula: Neurociências e o comportamento na sala de aula
Sábado, Outubro 21, 2017, 01:00pm - 06:20pm

Aperfeiçoamento: Conviver na sala de aula: Neurociências e o comportamento na sala de aula
Objetivo(s): Conhecer conceitos básicos do campo das neurociências e suas técnicas de investigação Compreender e descrever as relações entre o sistema nervosos e o comportamento e aprendizagem Compreender os princípios da análise do comportamento aplicados a educação Conhecer a neuropsicologia dos transtornos neuropsiquiátricos (neurologia e psiquiatria): TDAH, TEA, Dislexia, Discalculia. Compreender e discutir a aplicabilidade do conhecimento da neurociência para a educação na atualidade.
Justificativa: realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros: sobre alunos e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências não escolares, processos de ensinar e de aprender em diferentes meios ambiental-ecológicos; sobre propostas curriculares; e sobre  organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas; utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para a construção de conhecimentos pedagógicos e científicos; estabelecer a articulação entre os conhecimentos e processos investigativos do campo da educação e das áreas do ensino e da aprendizagem, docência e gestão escolar; ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Educação Física, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano, particularmente da criança de 0 a 10 anos;
Bibliografia:
Básica:
1. COSENZA, R. & GUERRA, L.B. Neurociência e Educação: como o cérebro aprende. Artmed, Porto Alegre, 2011. 151p. ISBN 978-85-363-2548-4
2. MOREIRA, Márcio B. MEDEIROS, Carlos A. Princípios básicos de análise do comportamento.Porto Alegre: Artmed, 2007. 221p.ISBN 978-85-363-0755-8
3. MARTIN, G.; PEAR, J. Modificação do comportamento. O que é e como fazer. 8 ed. São Paulo: Roca, 2009. 568p. ISBN: 9788572418256

Complementar:
1. ABREU, C. N. GUILHARDI, H. J. Terapia Comportamental e Cognitivo-comportamental: práticas clinicas. São
Paulo: Roca, 2004.
2. BEAR M. F.; CONNORS B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: Desvendando o sistema nervoso 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
3. BELSKY, J. Desenvolvimento humano: experienciando o ciclo da vida. Porto Alegre: Artmed, 2010.
4. CABALLO, V. E. Manual de técnicas de terapia e modificação do comportamento. 4 reimp. São Paulo: Editora Santos, 2011.
5. CATANIA, A.C. Aprendizagem: Comportamento, Linguagem e Cognição. 4. ed. Porto Alegre: Artmed. 2008.
6. DELOU, C.M.C. et al. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Inclusão. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2008. 320 p. ISBN 978-85-387-0194-1
7. EYSENCK, M. W.; KEANE, M. T. Psicologia Cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 2007.
8. FANTE, Cléo. Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. Verus editora. Campinas, 2005. 224 p. ISBN 978-85-87795-69-4
9. GAZZANIGA, M. .S; IVRY, R. B; MANGUN, G. R. Neurociência Cognitiva: A Biologia da Mente. Porto Alegre:ARTMED, 2006.
10. HERCULANO-HOUZEL, Suzana. O cérebro nosso de cada dia: descobertas da neurociência sobre vida cotidiana. Rio de Janeiro: Vieira e Lent, 2002.
11. IZQUIERDO, I. Memória. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
12. KANDEL, E.R.; SCHWARTZ, J.H.; JESSELL, T.M. & Colaboradores. Princípios de Neurociências. 5. ed. Porto Alegre: AMGH Editora, 2014.
13. KOLB, B & WHISHAW, I.Q. Neurociência do Comportamento. São Paulo: Manole, 2002.
14. LENT, R. Cem Bilhões de Neurônios: Conceitos Fundamentais da Neurociência. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
15. MALLOY-DINIZ, L. et al. Avaliação Neuropsicológica. Porto Alegre: ARTMED, 2010.
16. MOREIRA, M . A. Linguagem e aprendizagem significativa. II Encontro Internacional Linguagem, Cultura e Cognição, Belo Horizonte, jul. 2003.
17. MYERS, D. Introdução à Psicologia Geral. 5. ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1999.
18. OCDE. Compreendendo o Cérebro: rumo a uma nova ciência do aprendizado. São Paulo: Editora Senac, 2013. 
19. OLIVEIRA, C.P.R. Treinamento de professores em grupo: um programa para trabalhar problemas de comportamento em sala de aula. 2013. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2013.
20. PERVES, D.et al. Neurociência. Porto Alegre: Artmed, 2010. 
21. ROTTA, N.T., OHLWEILER, L., RIESGO, R.S. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Artmed, Porto Alegre, 2006.
22. SANTROCK, J.W. Psicologia Educacional. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill. 2009.
23. TREVISAN, A.; MOSQUERA, J.J.M.; PEREIRA, V.W. Alfabetização e Cognição. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011.
24. VARGAS, J. S. Behavior analysis for effective teaching. New York: Routledge, 2009.
25. YUDOFSKY, S. C.; HALES, R. E. Neuropsiquiatria e Neurociências na Prática Clínica. Porto Alegre: Artmed, 2006.
26. ZANOTTO, M. L. B. Formação de professores: a contribuição da análise do comportamento. São Paulo: Educ, 2000.

Artigos Científicos 1. ANSARI, D.; COCH, D. Bridges over troubled waters: education and cognitive neuroscience. Trends in Cognitive Sciences, v.10,n. 4, apr. 2006.
2. CHEDID, K. A. Psicopedagogia, Educação e Neurociências. Rev. Psicopedagogia, v. 24, n. 75, p. 298-300, 2007. COSTA, S.R.S., et al. Tecnologias
Digitais como instrumentos mediadores da aprendizagem dos nativos digitais. Revista Quadrimestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, São Paulo, v. 19, n. 3, p. 603-610, set./dez. 2015. Disponível em: Acesso em: 13 set.2017.
3. 4. CRUICKSHANK, W.M. A new perspective in teacher education: the neuroeducator. J. Learn. Disabil., n.24, p. 337-341, 1981. 
5.FERREIRA, V.P. A importância do uso das tecnologias digitais de informação e comunicação no processo de ensino aprendizagem da geração Internet. 2016. 48f. Monografia (Conclusão do curso) – Faculdade de Pará de Minas, Curso de Pedagogia, Pará de Minas. Disponível em: Acesso em: 13 set. 2017. 6. FISCHER, K. W. et al. Why mind, brain and education? Why now? Mind, Brain, And Education, v. 1, n. 1, 2007. 
7. FREIRE, P.O. A Inclusão de crianças com Necessidades Educacionais Especiais em processo de alfabetização: O lúdico como recurso para a aprendizagem. 2011. 110 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) – Faculdade de Educação da universidade de Brasília, Brasília, 2011. Disponível em: Acesso em: 31mai.2017.
8. FULLER, J. K.; GLENDENING, J.G. The neuroeducator: professional of the future. Theory into Pract., n. 24, p. 135-137, 1985.
9. GONÇALVES, L. A.; MELO, S. R. A base biológica da atenção. Arq. Ciênc. Saúde Unipar, Umuarama, n. 13, v. 1, p. 67-71, 2009.
10. RIBAS, G. C. Considerações sobre a evolução filogenética do Sistema Nervoso, o Comportamento e a emergência da consciência. Revista Brasileira de Psiquiatria, n. 28, v. 4, p. 326-338, 2006.
11. SCHIRMER, C. R.; FONTOURA, D. R.; NUNES, M. L. Distúrbios da aquisição da linguagem e da aprendizagem. Jornal de Pediatria, n. 80, v. 2, p. 95-103, 2004.
12. SGANZELLA, N. C. M. O ambiente escolar e a indisciplina no ensino fundamental. Revista Eletrônica de Educação e Ciência - REEC, v.2, n.1, p. 44- 53, 2012.
13. SOUSA, RP., et al., orgs. Teorias e práticas em tecnologias educacionais [online]. Campina Grande: EDUEPB, 2016, 228 p. ISBN 978-85-7879-326-5. Available from SciELO Books. Disponível em: Acesso em: 13 set.2017
14. SOUZA, R.P., et al., orgs. Tecnologias Digitais na Educação [online]. Campina Grande: EDUEPB, 2011, 276 p. ISBN 978-85-7879-065-3. Available from SciELO Books. Disponível em: Acesso em: 13 set.2017.
15. MENEZES, E.T. et al. Pesquisa: Verbete necessidades educacionais especiais. Dicionário Interativo da Educação Brasileira - Educabrasil. São Paulo: Midiamix, 2001. Disponível em: . Acesso em: 31 de mai. 2017.
16. UNESCO. Conferência mundial sobre necessidades educativas especiais: Acesso e qualidade. Declaração de Salamanca e enquadramento da ação na área das Necessidades Educativas Especiais. Salamanca, Espanha, 1994. 49 p. Disponível em: . Acesso em: 24 de maio 2017.

Legislações 1. BRASIL, Resolução Nº 02, de 24 de Fevereiro de 1981. Autoriza a concessão de dilatação de prazo de conclusão do curso de graduação aos alunos portadores de deficiência física, afecções congênitas ou adquiridas. Disponível em: . Acesso em: 22 de maio 2017.
2. BRASIL, Aviso Curricular nº 277, de 08 de maio de 1996. Direcionado às pessoas com necessidades especiais no ensino superior. Disponível em: Acesso em: 22 de maio 2017.
3. BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBEN nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: Acesso em: 22 de maio 2017.
4. BRASIL, Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999. Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências. Disponível em: . Acesso em: 22 de maio 2017.
5. BRASIL, Lei nº 10.172 de 9 de janeiro de 2001. Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm>. Acesso em: 22 de maio de 2017.
6. BRASIL, Resolução CNE/CEB nº 2 de 11 de setembro de 2001. Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Disponível em: . Acesso em: 23 de maio de 2017.
7. BRASIL, Decreto nº 3.956 de 8 de outubro de 2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência. Disponível em: . Acesso em: 23 de maio 2017.
8. BRASIL, Resolução CNE/CP Nº 1, de 18 de Fevereiro de 2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Disponível em: . Acesso em: 23 de maio 2017.
9. BRASIL,Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Disponível em: . Acesso em 24 de maio 2017.
10. BRASIL, Portaria nº 2.678, de 24 de setembro de 2002. Adotar para todo o País uma política de diretrizes e normas para o uso, o ensino, a produção e a difusão do Sistema Braille em todas as modalidades de aplicação, compreendendo especialmente a Língua Portuguesa. Disponível em: . Acesso em: 24 de maio 2017
11. BRASIL, Portaria nº 3.284, de 7 de novembro de 2003. Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para nstruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições. Disponível em: . Acesso em: 24 de maio 2017.
12. BRASIL, Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Disponível em: . Acesso em: 24 de maio 2017.
13. BRASIL. Plano de Desenvolvimento da Educação: razões, princípios e programas. 2007. Disponível em: . Acesso em: 25 maio 2017.
14. BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. 2008. Disponível em: . Acesso em: 22 maio 2017. 15. BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da EducaçãoInclusiva. 2008. Disponível em: . Acesso em: 22 maio 2017.
16. BRASIL, Decreto nº 6.049 de 25 de Agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Disponível em: . Acesso em: 24 de maio 2017.
17. BRASIL, Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Disponível em: . Acesso em: 26 de maio 2017.
18. BRASIL, INEP. Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Presencial e a distância. 2012. Disponível em: . Acesso em: 26 de maio 2017.
19. BRASIL, Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in loco do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). 2013. Disponível em: . Acesso em: 27 de maio 2017.
20. BRASIL, Lei nº 13.005 de 25 de Junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE. Disponível em: Acesso em: 24 maio 2017.
21. BRASIL, Lei nº 13.146 de 6 de Julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: . Acesso em: 24 de maio 2017.

Coordenação: Prof. Reinaldo Ríchardi Oliveira Galvão
Ministrantes: Profª Isabela Maria Pinto Goes Vasconcelas/ Profª Celina Pires do Rio Oliveira/Profª Vanessa de Almeida Duarte
Público Alvo: Estudantes, Educadores e profissionais da Educação
Número de Participantes: 40
Pré-requisito: Graduando ou graduados na área de educação
Vagas: 40
Carga Horária: 30
Local de realização: Fapam, Sala 23 // Lab. Tecnologias Gerenciais

Cronograma de atividades: 01 Introdução Apresentação do Cursos 30 min. 01 Neurociências educação Aspectos estruturais, funcionais e clínicos do sistema nervoso central da criança e adolescente nas perspectivas neuropsicológica e neuropsiquiátrica com vistas ao entendimento dos processos de desenvolvimento e aprendizagem. 4h 30 min. Data-show 02 Análise do comportamento Origens e história da análise do comportamento. Aspectos conceituais e empíricos da análise do comportamento. 2h 30 min Data-show 02 Avaliação comportamental Prática: Escalas e avaliação comportamental 2h30 Material impresso 03 Intervenções comportamentais Processo de avaliação comportamental. Técnicas de mudança de comportamento. 2h30 Data-show 03 Avaliação comportamental Prática: Planejamento de uma estratégia de intervenção 2h30 Material impresso 04 Neurociências e educação Transtornos de aprendizagem e neuropsiquiátricos da infância e adolescência. Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade. Transtorno desafiador-opositivo. Transtorno do espectro autista. Ansiedade e depressão na infância. Bullying e habilidades sociais. 5h Data-show 04 Intervenções comportamentais Prática: avaliando os efeitos da intervenção 2h30 Material impresso 05 Análise do comportamento. Generalização e Manutenção dos efeitos das intervenções. 2h30 Data-show 05 Intervenções comportamentais Prática: monitorando o comportamento-alvo e estratégias para comportamentos “difíceis” 2h30 Material impresso. 06 Neurociências e educação Desafios da inclusão: Legislação e Adaptação curricular. 2h30 Data-show 06 Neurociências e educação TDIC e educação. Uso de gamers na educação. Perspectivas futuras. 2h30 

Inscrição: R$ 450,00 (3x pagamentos boleto ou cartão)
Local: CAA (3237-2019)
Mais informações pelo email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." target="_blank">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..br

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